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Dia do Jornalista: o poder da informação e da verdade



Os jornalistas estão frequentemente na vanguarda das notícias de última hora, reportando da linha de frente de conflitos, desastres naturais e movimentos sociais. Eles arriscam suas vidas para nos trazer a verdade, enfrentando desafios e perigos, incluindo censura, assédio e até violência. Apesar desses riscos, os jornalistas continuam a ser os defensores da liberdade de expressão e os pilares da democracia, garantindo que a informação flua livremente e que o público seja informado.


Em uma era de desinformação e notícias falsas, o trabalho dos jornalistas é mais crítico do que nunca. Os jornalistas aderem aos padrões profissionais de precisão, justiça e imparcialidade, garantindo que as informações que fornecem sejam confiáveis e verificadas. Eles verificam fatos, verificam fontes e fornecem contexto, ajudando o público a distinguir entre fatos e ficção.


Os jornalistas também dão voz aos marginalizados e sub-representados, lançando luz sobre questões sociais, abusos dos direitos humanos e crises ambientais. Eles amplificam as vozes daqueles que muitas vezes são ignorados ou silenciados, trazendo consciência e impulsionando a mudança.



O DIA DO JORNALISTA


"O Dia do Jornalista, comemorado em 7 de abril, foi instituído em 1931, por decisão da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), como homenagem ao médico e jornalista Giovanni Battista Líbero Badaró, morto por inimigos políticos em 1830.


Líbero Badaró, como era mais conhecido, era um oposicionista ao imperador D. Pedro I e foi o criador do Observatório Constitucional, jornal independente que focava em temas políticos até então censurados ou encobertos pelo monarca. Badaró era defensor da liberdade de imprensa e morreu em virtude de suas denúncias e de sua ideologia que contrariava os homens do poder.


A morte de Badaró alimentou ainda mais a crise que começava a se instaurar no império de D. Pedro I. A revolta de populares e políticos que eram contra a repressão do monarca tornaram sua permanência no poder cada vez mais perigosa, uma vez que atos violentos estavam acontecendo frequentemente. Esse foi um dos fatores que levaram à renúncia de D. Pedro em 7 de abril de 1831."






HISTÓRIA DA IMPRENSA


Durante a Idade Média, pode-se dizer que os jornais e o jornalismo tiveram o seu maior salto tecnológico: a prensa de papel inventada pelo Alemão Johannes Gutenberg possibilitou que o trabalho que antes era realizado manualmente pudesse ser feito por máquinas, tornando a publicação de livros de jornais muito mais ampla, rápida e barata.


A prensa de papel, construída com base na tecnologia dos tipos (letras) móveis e também da prensa de vinho (que já era conhecida na Europa) permitiu que Gutenberg criasse toda uma nova indústria.


A revolução na época foi tão grande que alguns autores afirmam que a prensa de papel de Gutenberg tirou o mundo de vez da Idade Média, levando-o para a Era da Renascença, com o despertar definitivo da ciência e do jornalismo profissional.


A Bíblia de Gutenberg, considerada por muitos a obra prima do inventor Alemão, foi o primeiro livro a ser produzido, lançado e vendido com a tecnologia da prensa mecânica de papel.

Este exemplar da Bíblia, que começou a ser produzido em 1450 e foi finalizado em 1455, foi o primeiro livro a ser produzido em larga escala (escala industrial).



O JORNALISMO NAS TELAS DE CINEMA



O jornalismo tem sido um tema popular para filmes, com os cineastas frequentemente explorando os desafios, a ética e o impacto do jornalismo na sociedade. Aqui estão os 10 melhores filmes sobre jornalismo que cativaram o público com suas histórias e performances convincentes:


"All the President's Men" (1976) - Dirigido por Alan J. Pakula, este clássico filme é baseado na história real dos repórteres do Washington Post Bob Woodward (interpretado por Robert Redford) e Carl Bernstein (interpretado por Dustin Hoffman) enquanto investigam o escândalo Watergate que levou à renúncia do presidente Richard Nixon.


"Spotlight" (2015) - Dirigido por Tom McCarthy, este filme vencedor do Oscar segue uma equipe de jornalistas investigativos do The Boston Globe enquanto eles descobrem o encobrimento sistêmico do abuso sexual infantil pela Igreja Católica. O filme retrata o meticuloso processo de reportagem investigativa e a importância de responsabilizar instituições poderosas.


"Boa Noite e Boa Sorte" (2005) - Dirigido por George Clooney, este filme em preto e branco conta a história do jornalista da CBS Edward R. Murrow (interpretado por David Strathairn) enquanto ele enfrenta o anticomunista do senador Joseph McCarthy cruzada na década de 1950. O filme explora o papel dos jornalistas em desafiar a autoridade e defender a liberdade de imprensa.


"The Post" (2017) - Dirigido por Steven Spielberg, este filme retrata os eventos da vida real em torno da decisão do The Washington Post de publicar os Documentos do Pentágono, um estudo vazado do governo sobre a Guerra do Vietnã. Meryl Streep oferece uma atuação poderosa como a editora do Post, Katharine Graham, e Tom Hanks interpreta o editor Ben Bradlee.


"Network" (1976) - Dirigido por Sidney Lumet, este filme satírico retrata o lado sombrio da indústria da mídia, seguindo um âncora de notícias desiludido (interpretado por Peter Finch) que se rebela ao vivo na televisão, criando um frenesi na mídia. O filme oferece uma crítica contundente ao sensacionalismo e à influência corporativa nas notícias.


"Broadcast News" (1987) - Dirigido por James L. Brooks, esta comédia dramática romântica oferece uma visão dos bastidores do mundo acelerado do jornalismo de radiodifusão. O filme explora as lutas pessoais e profissionais de um produtor de notícias (interpretado por Holly Hunter), um repórter (interpretado por Albert Brooks) e um âncora (interpretado por William Hurt).


"The Insider" (1999) - Dirigido por Michael Mann, este filme é baseado na história real de um denunciante (interpretado por Russell Crowe) que expõe segredos da indústria do tabaco ao produtor de "60 Minutos" Lowell Bergman (interpretado por Al Pacino). O filme investiga os dilemas éticos enfrentados por jornalistas ao lidar com corporações poderosas.


"Zodíaco" (2007) - Dirigido por David Fincher, este emocionante filme é baseado na história real do assassino do Zodíaco e dos jornalistas, detetives e cartunista (interpretados por Jake Gyllenhaal, Mark Ruffalo e Robert Downey Jr.) que se tornam obcecado em resolver o caso. O filme explora o custo pessoal e a dedicação do jornalismo investigativo.


"Quase Famosos" (2000) - Dirigido por Cameron Crowe, este filme acompanha um jovem aspirante a jornalista musical (interpretado por Patrick Fugit) enquanto ele sai em turnê com uma banda de rock para a revista Rolling Stone. O filme captura a emoção, os desafios e os dilemas éticos do jornalismo na indústria da música.


"The Killing Fields" (1984) - Dirigido por Roland Joffé, este poderoso filme é baseado na história real de um repórter do New York Times (interpretado por Sam Waterston) e seu intérprete (interpretado por Haing S. Ngor





LIBERDADE DE EXPRESSÃO É FUNDAMENTAL


No Dia do Jornalista, reconheçamos e celebremos a inestimável contribuição dos jornalistas para a sociedade democrática. São profissionais fundamentais para trazer a verdade à tona, informar e envolver o público e responsabilizar os que estão no poder.


Por isso devemos apoiar os princípios da liberdade de imprensa, liberdade de expressão e a importância de uma mídia vibrante e independente. Hoje, honramos o poder da informação e da verdade que os jornalistas trazem ao nosso mundo e expressamos nossa gratidão por seu compromisso inabalável com a busca da excelência jornalística. Feliz Dia do Jornalista!


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